Aham! Cheguei ao X da questão que eu mesmo havia formulado. Depois de muito pensar, de muito organizar e aparar as arestas, vejo o ponto principal às minhas singelas aflições. As noites mal dormidas me proporcionaram um pouco mais além de traumas ínfimos, fantasias subjetivas, ou qualificações mirabolantes. Sabia que havia de terminar de alguma maneira, só não sabia quando ou como. Aqui está, equação parcialmente resolvida.Os lados eram levemente desproporcionais, o encaixe parecia difícil, os fatores externos influenciavam mais do que nunca. Sentia que a chuva podia atrapalhar, ou o vento interromper meu cálculo minucioso. Toda e qualquer adversidade se multiplicava diante de mim, visto que meu forte não é planejar rotas, traçar metas, caminhos. Assim, comecei a ver o resultado de trás para frente. Por que não fazer a operação inversa e seguir minhas próprias palavras?
Pensava em como achar a simetria de sentimentos, em como preencher os campos incompletos, em seguir adiante. O desfecho deveria ser o ponto de partida, crucialmente. Crer na confiança e capacidade unidas, coragem para estufar o peito, entrelaçar as mãos comigo mesmo, e nada além. Dividir-me em muitos para carregar a recompensa. Sim, é isso.
Na verdade, o fim sempre foi o reinício, que suscita na subtração dos erros. Na verdade, a matemática da vida é mais simples que se imagina. Na verdade, o nosso resultado está sempre, sempre correto.
----------------------------------------------------------------------------------------
Music: Hoppípolla - Sigur Rós

Um comentário:
Ahh que burrinho, 2+2 é 4 ! eerrr !
hahaha
Ahh já que ninmguem visita nossos blogs, nós nos visitamos certo ? ! :P
Para de escrever bonito meu ! que saco ! hahaha
Eai, fez o trabalho ?:)
Beijo beijo.
Postar um comentário